Máquina de autosserviço de drinks aposta em franquias para chegar a 200 unidades em 2026

Indaiatuba (SP) – A é-Drink, empresa criada em 2023 pelo empresário João Paulo Perciliano de Oliveira, 33 anos, desenvolveu uma máquina de autosserviço que oferece drinks prontos em torneiras semelhantes às de chope. O equipamento, testado inicialmente no casamento do próprio fundador, permite que o consumidor encha um copo com gelo e acione a bebida escolhida em cerca de dez segundos.
Oliveira, que atuou por 15 anos no setor de eventos, decidiu buscar uma alternativa após enfrentar dificuldade para contratar bartenders. O projeto foi desenvolvido ao lado da esposa, Jéssica Danieli Rodrigues, 31 anos, e ganhou apoio do diretor comercial Fred Vanitelli, 45 anos, responsável pela expansão via franquias.
Expansão inicial
Apresentada ao mercado na ABF Franchising Expo, realizada em julho deste ano em São Paulo, a é-Drink já tem 25 máquinas em operação em cidades como Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), Palmas (TO) e São Paulo (SP). Até o momento, a empresa não adotou uma estratégia ativa de expansão; o foco é ampliar a produção de bebidas.
Metas e investimento
Os sócios projetam colocar 200 novos equipamentos em funcionamento até 2026 e alcançar faturamento de R$ 2 milhões, quatro vezes o resultado previsto para 2025. O investimento inicial para adquirir uma franquia parte de R$ 59 mil, com retorno estimado entre nove e 18 meses.
Produção própria e variedade
Todas as bebidas são preparadas pela própria é-Drink, que também produz insumos como concentrados naturais de frutas e hortelã, dispensando xaropes industrializados. O portfólio inclui 21 opções alcoólicas — entre elas caipirinha, mojito, cuba libre, Niágara, Negroni e Cosmopolitan — e 14 versões sem álcool, alinhadas à crescente demanda de consumidores que preferem opções não alcoólicas.
Operação simplificada
Cada máquina comporta até seis torneiras e requer apenas um funcionário para supervisionar o serviço durante o evento, repondo gelo e verificando o nível dos tambores. Segundo Oliveira, o sistema reduz filas e garante padronização nas receitas, superando um dos principais desafios do antigo modelo com bartenders.
Com informações de revistapegn.globo.com




