Vídeo com “Axl Rose” em loja de material de construção no Maranhão alcança 2 milhões de visualizações em um dia

A Mercantil Avenida, loja de materiais de construção em Imperatriz (MA), viralizou nas redes sociais após divulgar um vídeo no qual um funcionário avisa ao patrão que o cantor Axl Rose, vocalista do Guns N’ Roses, estaria comprando no estabelecimento. A publicação, feita na quinta-feira (23/4), ultrapassou 2 milhões de visualizações em menos de 24 horas e rendeu mais de 2.500 novos seguidores ao perfil da empresa.
Ideia planejada com antecedência
O conteúdo foi desenvolvido pela Palomo Digital, agência que gerencia as redes da loja. Segundo o editor Andres Gomez, de nacionalidade colombiana, o roteiro foi escrito há mais de um mês, inspirado em uma tendência semelhante vista na Colômbia. “Precisávamos do momento certo”, explicou. O impulso veio com a chegada do Guns N’ Roses a São Luís para show inédito na terça-feira (21/4).
Inicialmente, a agência pensou em usar o cantor Pablo do Arrocha, mas optou por Axl Rose por ser mais conhecido. O proprietário da Mercantil Avenida, Arthan Gregory, fã da banda, aprovou a mudança. Roteiro, imagens e capturas de tela foram produzidos um dia antes da postagem.
Uso de inteligência artificial
Para inserir o vocalista no ambiente da loja, Gomez utilizou a plataforma de IA Gemini, que gerou imagens do artista interagindo com produtos e funcionários. O material final incluiu figurinhas e termos criados para provocar humor e engajamento. O vídeo termina com um convite para o público compartilhar o conteúdo.
Trajetória da empresa
A Mercantil Avenida foi fundada há 42 anos pelo pai de Arthan Gregory e de sua irmã, Alanna Macedo. Conhecido como “Pechincha” em campanhas regionais, o empresário consolidou forte presença publicitária em rádio e TV. Com a mudança de hábitos do público, os herdeiros passaram a priorizar estratégias digitais e conteúdos bem-humorados para atrair novos clientes.
Cuidados legais
Especialistas ouvidos pela PEGN alertam que o uso de imagens de figuras públicas geradas por inteligência artificial exige transparência e licenciamento para evitar violações de direito de imagem e possíveis sanções judiciais.
Com informações de revista PEGN




