Jah Açaí abre primeira franquia na Alemanha e estima faturamento de R$ 180 milhões em 2025

A Jah Açaí inaugurou em junho de 2025 sua primeira unidade internacional, localizada em Düsseldorf, na Alemanha. Com a operação fora do país, a rede projeta encerrar o ano com receita de R$ 180 milhões, aumento de aproximadamente 38% em relação a 2024.
Fundada em 2009 em Conselheiro Lafaiete (MG) por Diego Dutra, a marca soma 180 lojas distribuídas por 14 estados brasileiros. A escolha da Alemanha partiu do interesse de um empresário local que conheceu a franquia em Minas Gerais. “Sabíamos que, dando certo lá, daria certo em qualquer lugar do mundo”, afirma o CEO e sócio Rafael Corte.
Modelo adaptável impulsiona expansão
A rede se destaca pela possibilidade de o cliente personalizar o pedido: define tamanho do pote, mistura de sabores, toppings e quantidades. O cardápio une açaí, sorvetes e picolés — combinação criada após a observação de casais em que apenas um consumia açaí. Hoje, cerca de 500 mil pessoas são atendidas diariamente.
Todos os produtos são fabricados em duas plantas próprias, em Belo Horizonte (MG) e Sorocaba (SP). A estrutura industrial, sob controle do franqueador, faturou R$ 30 milhões em 2024 e prevê alcançar R$ 40 milhões em 2025, garantindo padronização e abastecimento.
Sociedade dividida em três frentes
A gestão da Jah é compartilhada por Diego Dutra, responsável pela expansão; Rafael Corte, CEO desde 2014; e o ator Caio Castro, que entrou na sociedade durante a pandemia para fortalecer as ações de marketing.
Produtos artesanais e naturais
A rede aposta em formulações sem conservantes nem gordura vegetal, oferecendo opções veganas e sem lactose. Segundo a empresa, o sorvete de chocolate belga utiliza cacau importado, o “Jahlatte” leva leite em pó referência de mercado e os sorbets contam com o dobro de concentração de frutas em comparação ao padrão do setor.
Minas Gerais permanece como principal polo de consumo, mas a marca já atua em São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso. O desafio atual é ampliar a presença em regiões onde o consumo de açaí ainda é menor, mantendo a cadeia produtiva ligada à Amazônia como diferencial competitivo.
Com informações de PEGN




