Montagem E Configura

Introdução

Com a modernização conhecemos ferramentas novas, a máquina de escrever ficou no passado e o computador assumiu uma posição de destaque, ele trouxe com sigo a internet, grande responsável por despertar interesses, ferramenta de trabalho, diversão e acima de tudo desenvolver conhecimentos.

O uso de e-mail cresceu de forma significativa durante os últimos anos, popularizando o e-mail pessoal nos lares, com isso uma nova indústria de provedores de serviço na internet foi criada.

A demanda cada vez maior e a complexidade dos sistemas de e-mail trouxeram avanços nos seus protocolos.

Referencial teórico

Ubuntu

Ubuntu é um sistema operacional desenvolvido pela Comunidade Ubuntu-BR, que é formada por pessoas voluntárias que visam contribuir com o sistema e com seus usuários, buscando interagir umas com as outras prestando suporte, divulgando e participando de eventos

O ubuntu foi desenvolvido para laptops, desktops e servidores, é um sistema operacional gratuito. A cada seis meses é lançada uma nova versão para desktops e servidores.

MTA

Conhecido como servidor de e-mail é o programa de computador ou software responsável por transferência de mensagens de correio eletrônico entre um computador e outro. É ele quem recebe determinado e-mail e quem é responsável por encaminhar este e-mail para o destinatário correto, de forma integra, conforme o que foi redigido e sem alterações do conteúdo do mesmo.

A comunicação entre origem e destino pode se dar passando por mais de um servidor de e-mail. O destinatário pode enviar um e-mail a um destino o qual também é suprida pelo mesmo servidor de e-mail, desta forma a mensagem é enviada e recebida pelo mesmo servidor. Ou, o destino pode estar em outro servidor de e-mail, assim, o servidor do destinatário envia aquele e-mail para o servidor do destino, o qual é responsável pelo envio ao destino, havendo assim uma comunicação entre servidores.

Para realizar estas comunicações o servidor de e-mail utiliza alguns protocolos, os quais serão descritos a seguir.

Um servidor de e-mails é muito mais do que se enxerga, é muito mais do que ele aparenta ser. Na verdade, um servidor de e-mail é dividido em vários programas distintos que fazem diferentes funções na árdua função de enviar e-mails.

Abaixo segue uma tabela comparativa entre alguns MTAs.

MTA

Maturidade

Segurança

Recursos

Execução

Sendmailish

Modular

Qmail

médio

elevado

elevado

elevado

Prog. ext.

sim

Sendmail

elevado

baixo

elevado

baixo

x

não

Postfix

médio

elevado

médio

elevado

sim

sim

Exim

médio

baixo

elevado

médio

sim

não

Correio

baixo

médio

elevado

médio

opcional

sim

Sendmail é o servidor de e-mails mais conhecido, não apenas no Linux, mas nos sistemas Unix em geral. Ele é um dos mais antigos (disponível desde 1982, mais de uma década antes da popularização da Internet) e foi a opção padrão de 9 em cada 10 administradores de sistemas durante muito tempo.

Apesar disso, o uso do Sendmail vem decaindo de forma estável. As queixas podem ser resumidas a duas questões fundamentais. A primeira é o brutal número de opções e recursos disponíveis, que tornam a configuração bastante complexa e trabalhosa. Muitos administradores da velha guarda gostam da complexidade, mas a menos que você pretenda dedicar sua vida à arte de manter servidores Sendmail, ela acaba sendo um grande problema.

A segunda questão é o histórico de vulnerabilidades do Sendmail que, na melhor das hipóteses, pode ser definido como “muito ruim”. É verdade que nos últimos anos as coisas melhoraram bastante, mas as cicatrizes do passado ainda incomodam.

O concorrente mais antigo do Sendmail é o Exim, que oferece um conjunto bastante equilibrado de recursos, boa performance e um bom histórico de segurança. O EXIM é o MTA usado por padrão no Debian, ele é instalado automaticamente como dependência ao instalar pacotes que necessitem de um servidor de e-mails, mas pode ser rapidamente substituído pelo Postfix ou o Sendmail via apt-get, caso desejado. O Qmail é uma escolha mais complicada. Quando foi lançado, em 1997, o Qmail trouxe várias inovações e um design bastante simples e limpo, com ênfase na segurança, o que o tornou rapidamente uma opção bastante popular. Entretanto, o Qmail possui dois graves problemas. Ele foi abandonado pelo autor em 1998, depois do lançamento da versão 1. 03 e, embora o código fonte seja aberto, a licença de uso impede a redistribuição de versões modificadas, embora seja permitido disponibilizar patches.

Ao longo dos anos, surgiram várias iniciativas de atualizações do Qmail, onde o código original é distribuído junto com um conjunto de patches com atualizações. Para instalar, você precisa primeiro aplicar cada um dos patches, para em seguida poder compilar e instalar o Qmail. Dois dos projetos mais populares são o https://qmail. org/netqmail/ e o https://www. qmailrocks. org/.

Embora o Qmail ainda possua uma legião de seguidores fiéis, a limitação imposta pela licença acaba sendo um grande empecilho para quem deseja utilizá-lo e representa uma grande ameaça à manteneabilidade dos patches a longo prazo, já que as alterações em relação ao código original tornam-se cada vez mais complexas e difíceis de aplicar, com a disponibilização de patches para patches que já são patches para outros patches.

Finalmente, temos o Postfix. Ele é uma espécie de meio termo entre a simplicidade do Qmail e a fartura de recursos do Exim. Entre os três, ele é o mais rápido e o mais simples de configurar, o que faz com que ele seja atualmente o mais popular e o que possui mais documentação disponível. O Postfix também possui um excelente histórico de segurança, sendo considerado por muitos, tão seguro quanto o Qmail. Existe forte motivo para não usar o Sendmail ou o Qmail em novas instalações, mas temos uma boa briga entre o Postfix e o Exim.

Escolhemos abordar o Postfix simplesmente por que, entre os dois, ele é mais popular, o que torna mais simples encontrar documentação e conseguir ajuda quanto a instalação.

Apesar disso, a maior parte dos conceitos podem ser usados também na configuração do Sendmail e outros servidores; afinal, a configuração de todos eles reserva mais semelhanças que diferenças.

Agentes

Não existe nenhum servidor de e-mail em que os três itens a seguir não estejam presentes.

– Mail Transfer Agent (MTA)Um Mail Transfer Agent (MTA) é o agente responsável pelo envio e recebimento de e-mails. No nosso caso nós utilizaremos o Postfix como MTA.

– Mail Delivery Agent (MDA) O Mail Delivery Agent (MDA) é o agente responsável pela entrega das mensagens para as caixas de mensagens dos usuários. No nosso caso

utilizar o Qpopper da Qualcomm como Monochrome Display Adapter.

– Mail User Agent (MUA)O Mail User Agent (MUA), ou agente de usuário, é o mais numeroso dentre os vários itens que compõem um servidor de e-mail, mesmo ele não sendo uma parte explicitamente do servidor em si, mas sim do serviço de e-mail. O Mail User Agent é o programa que o usuário utiliza para ler e enviar os seus e-mails. Ele pode ser o Evolution Eudora, o Outlook, Thunderbird, etc.

Protocolos

Protocolo é conjunto de regras responsável por controlar o formato e o significado dos pacotes ou mensagens trocadas entre entidades de uma mesma camada. Ele define as opções de serviço como a solicitação do início da comunicação, a confirmação do pedido, a configuração da transmissão de dados ou mídia, a resposta ao envio de informações e a desconexão.

SMTP

O Simple Mail Transfer Protocol é o protocolo utilizado por servidores de e-mail para o envio de mensagens eletrônicas. Este envio pode ser de um agente usuário, como por exemplo o Outlook ou para outros servidores espalhados na Internet. Ele usa o serviço de dados confiável TCP. Utiliza duas partes, uma cliente e outra servidor. Quando a mensagem é enviada de um agente usuário para um servidor o agente cliente é o cliente e o agente servidor é o próprio servidor. O servidor pode ser também um cliente quando um servidor manda uma mensagem para outro servidor, desta forma o servidor que está enviando a mensagem é o cliente e o que está recebendo é o servidor.

Cenário:

– Uma pessoa chama seu agente usuário (Outlook), fornece o endereço de e-mail da outra (bsi@faceca. br), compõe a mensagem e manda o agente usuário enviar a mensagem.

– O agente usuário da pessoa envia a mensagem para seu servidor de e-mail onde a mesma é colocada em uma fila de mensagens.

– O lado cliente do SMTP da pessoa que está enviando vê à mensagem na fila e abre uma conexão TCP com o servidor de e-mail do destinatário.

– Após os procedimentos de apresentação, o cliente SMTP envia a mensagem por meio da conexão TCP.

– o servidor de e-mail do receptor recebe a mensagem, e a coloca na caixa postal do receptor.

– O receptor chama seu agente usuário para ler a mensagem quando lhe for conveniente.

Por ser um protocolo bastante antigo, o SMTP possui algumas desvantagens, por exemplo, ele restringe o corpo de uma mensagem de correio ao formato ASCII de 7 bits, o que era cabível quando não se enviava e-mails com anexos pesados. Hoje em dia, com o envio de arquivos com áudio e vídeo, exige-se que os dados multimídia sejam codificados em ASCII antes de serem enviados e que a mensagem, em ASCII, seja novamente decodificada depois do transporte pelo SMTP. Para enviar diferentes conteúdos como imagens, vídeos, áudio ou textos com caracteres diferentes do ASCII é necessário incluir dois cabeçalhos Mime (multipurpose Internet mail extensions extensões multiuso do correio da Internet). O cabeçalho content-Type permite que o agente usuário destinatário execute uma ação adequada a mensagem.

Por exemplo, se a mensagem contém uma imagem jpeg, o agente pode dirigir a mensagem a uma rotina de descompressão jpeg. O cabeçalho content-transfer-enconding alerta o agente usuário destinatário que o corpo da mensagem foi codificado em ASCII e indica também a forma de codificação usada, assim podendo formatar o corpo da mensagem à forma original.

Há ainda um tipo de Mime, multiparte, que permite que sejam atrelados a mensagem vários objetos e assim cada objeto possui o seu content-Type e content-transfer-enconding.

POP

O POP (Post Office Protocol) é o protocolo responsável por entregar as mensagens armazenadas no servidor para o cliente requisitante. Também baseado em conexão TCP, utiliza-se de 3 etapas. Autorização, onde o usuário informa nome e senha que será autenticada. Na fase de transação são recuperada as mensagens, nesta etapa são marcadas também as mensagens que devem ser apagadas. A etapa de atualização ocorre após o usuário dar o comando quit encerrando a sessão e apagando as mensagens marcadas manteriormente. O POP não é criptografado. Todo o tráfego é feito em texto plano.

IMAP

O IMAP (Internet Message Access Protocol) é uma alternativa ao POP, porém muito mais segura e muito mais versátil do que o POP. O IMAP permite ao usuário criar pastas para organizar os seus e-mails no servidor para melhor organização, permite a utilização de webmails. Para o cliente que utiliza IMAP, sua principal vantagem é que ele lê as mensagens armazenadas no servidor como se elas fossem locais, o que permite

uma melhor dinâmica entre o usuário e o servidor de e-mail. Ele pode apagar as mensagens, mudá-las de pastas, procurá-las por nome, assunto, remetente. O agente usuário pode ainda obter apenas parte das mensagens, ou apenas os cabeçalhos poupando largura de banda e protegendo seu computador. Mas uma característica muito importante em que o IMAP se sobressai sobre o POP é a segurança. O IMAP trabalha com criptografia e é mais recomendado para ambientes em que uma segurança maior é requerida.

Como funciona

1 – O usuário redige o seu e-mail em seu computador, utilizando um leitor de e-mails,como o Outlook.

2 – Depois de enviar a mensagem que ele acaba de redigir, ele da comando “Enviar” em seu agente usuário.

3 – O MUA começa o seu árduo trabalho de se conectar no servidor SMTP e entrega o e-mail para o MTA.

4 – O MTA pica a mensagem em vários milhares de pedacinhos e envia esses pedacinhos para o servidor que está rodando o outro MTA que é responsável pelo domínio endereçado no cabeçalho do e-mail. Isso depois de trocar figurinhas com o BIND, para obter o IP daquele domínio.

5 – Finalmente, o MTA do outro lado recebe os pedacinhos que o primeiro MTA

enviou e monta finalmente uma mensagem. Feito isso, ele aciona o MDA e repassa-lhe a mensagem.

6 – O MDA pega a mensagem, deixa passar a mensagem para o destinatário escrito no cabeçalho da mensagem. Então ele coloca a mensagem na caixa de e-mails do usuário destinatário e está feita a transação. A mensagem está armazenada no servidor.

7 – Finalmente, o MUA do outro usuário, que é o destinatário, faz uma requisição para um servidor POP ou IMAP que está rodando nessa máquina puxando assim suas mensagens.

8 – O usuário lê o e-mail.

E é essa a trajetória de um e-mail pela Internet, que ocorre toda vez que um e-mail é enviado.

Instalação

COMO FAZER DE Instalação POSTFIX

O processo de instalação do Postfix no Ubuntu é um processo razoavelmente fácil mais que exige muita atenção. Diferente de outros MTA’s, o Postfix é conhecido pela facilidade de instalação e configuração.

Esse tutorial leva em consideração o seguinte ambiente:

Começamos aqui o processo de instalação:

Como estamos adicionando a funcionalidade de servidor de e-mail ao nosso servidor, vamos ter que logar no sistema como o super usuário (root).

Para tal, daremos o comando:

sudo su # esse é dado para dar a permissão de super usuário do sistema (root)

Agora vamos instalar o Postfix.

Digite:

apt-get install postfix # baixa o pacote e instala o postfix no sistema

O Postfix usa um assitente de configuração para nos guiar através do processo de instalação.

Nessa primeira tela ele nos pergunta qual a função do nosso servidor.

No nosso caso, vamos usar a opção “Site Internet” ou em algumas versões do Postfix “Internet Site”. Selecione a opção acima, e clique em “Ok”.

Nessa tela é perguntado sobre o do domínio do nosso servidor. Nesse local deve ser digitado o nome do domínio configurado anteriormente no (Bind), como por exemplo: meudominio. com.

Digite o nome do domínio e clique em “Ok”.

Nesse ponto, o Postfix termina o processo de pré-instalação.

Mas para que o nosso sistema fique conforme nossa necessidade, teremos que configurar o escopo da rede e algumas outras opções.

Então para deixarmos o Postfix conforme nossa necessidade, damos o seguinte comando no prompt:

dpkg-reconfigure postfix # inicia o processo de reconfiguração do Postfix

Agora o Postfix refaz todo o processo de configuração do sistema. As duas primeiras telas que aparecem, já foram configuradas anteriormente (Conforme as figuras 1 e 2). Apenas confirme com “Ok”.

Na terceira opção que aparece, vamos configurar o usuário que será receberá as mensagens direcionadas para o administrador do sistema (postmaster).

Por hora vamos deixar em branco. Clique em “Ok”.

O Postfix agora pergunta sobre os domínios pelos quais a máquina (Servidor) deve responder.

Confirme a opção sugerida pelo Postfix. Clique em “Ok”.

A opção “atualizações síncronas” permite desativar as otimizações no envio das mensagens, fazendo com que os e-mails sejam enviados conforme são recebidos e em ordem. Esta opção aumenta um pouco a confiabilidade do servidor, pois reduz a possibilidade de perda de mensagens ainda não enviadas, em casos de travamentos ou quedas de energia. Por outro lado, ela reduz substancialmente o desempenho do servidor, por isso nunca deve ser ativada em servidores de grande volume. Escolha a opção “Não”.

Nessa tela é escolhida a faixa de ip’s da sua rede. Altere para que os valores fiquem assim: 127. 0. 0. 0/8, 192. 168. 0. 0/24. Clique em “Ok”

Para prevenir erros de software o Postfix coloca um limite no Mailbox. Preencha a tela conforme a imagem. Clique em “Ok”.

O assistente pergunta sobre que tipo de caractere define a extensão de endereço local. Aceite a sugestão e confirme com “Ok”.

Essa tela pergunta sobre os protocolos de rede serão usados. Por padrão a opção “todos” vem pré-selecionada. Vamos aceitá-la. Clique em “Ok”.

Vamos agora configurar o formato das caixas postais para Maildir:

postconf –e ‘home_mailbox = Maildir/’ # configura o formato da caixa postal

Nesse ponto o servidor já está instalado e com algumas funcionalidades. Mas ainda é preciso que o protocolo pop3 esteja funcionando para que o MTA consiga repassar as mensagens aos destinatários.

Por hora vamos testar a porta de comunicação 25 (smtp) que é a porta de envio de mensagens.

Dê o comando:

Nota: o texto em negrito abaixo são comandos dados pelo usuário, enquanto os não negritos são respostas do servidor.

telnet localhost 25 # testando a conectividade com a porta smtp

Tentando 127. 0. 0. 1. . .

Conectado ao localhost.

Escape character is’^]’.

220 (nome do host) ESMTP Postfix (Ubuntu)

host HELO

250 (nome do host servidor) #ex: bsi-server

MAIL FROM: user @ faceca. br

250 2 1 0 OK

RCPT TO: user@seudominio. com. br # onde user é usuário cadastrado no Linux e seudominio o nome do domínio do seu servidor

250 2 1 5 Ok

DATA

Acabar com 354 dados.

SUBJECT: Mensagem de Teste

Esta é uma mensagem de teste!

. # o ponto final indica que mensagem acabou e que pode ser enviada

250 2. 0. 0 OK: em fila como EACAF15239

QUIT

221 2. 0. 0 Bye

Connection closed by foreign host. # o servidor responde encerrando a comunicação

INSTALAÇÃO DO courier-pop

Vamos agora instalar outro pacote: o “courier-pop”.

O courier-pop vai fazer o papel do MDA (Mail Delivery Agent), entregando as mensagens aos seus destinatários.

Para instalarmos courier-pop damos seguinte comando no prompt:

apt-get install courier-pop # instala o courier-pop como servidor pop do sistema.

Nota: durante o processo o sistema pode pedir pelo cd do Ubuntu-Server 8. 04. 1

O courier-pop também tem um assistente de configuração igual ao Postfix. Nele vamos configurar nosso serviço pop3.

Ele pergunta se queremos criar um diretório para administração via web. Essa é também a única pergunta que é feita pelo assistente.   No nosso caso, não vamos utilizar essa opção. Clique em “Não”.

O assistente termina o processo de configuração e nosso servidor pop3, já está funcionando.

Para testar nosso servidor pop3 dê o comando:

Nota: os comandos em negrito são dados pelo usuário.

telnet localhost pop3 # testa a conectividade com servidor pop3

Tentando 127. 0. 0. 1. . .

Conectado ao localhost.

Escape character is’^]’.

+OK Hello there. # essa msg confirma que o servidor está escutando na porta 110 (porta pop3)

Quit # comando para fechar a sessão do pop3

+ Melhor sorte da próxima vez OK.

Conexão fechada pelo host estrangeiro.

Cadastrando usuários do Postfix no servidor

Existem várias maneiras de se cadastrar usuários no Postfix. Nesse tutorial vamos usar a forma mais simples, porém não é um sistema adequado para um grande servidor web, com inúmeras contas de e-mails de usuários desconhecidos, pois da forma que abordaremos o usuário passa a poder logar-se na máquina de outras formas, via ssh, telnet, acessar compartilhamentos de rede e assim por diante.

Vamos então criar um usuário de e-mail para o Postfix. Digite:

adduser user # onde adduser é o comando e user é o usuário

O sistema pede uma senha para o usuário e faz algumas perguntas do tipo: Nome completo, Telefone, etc. Responda a elas se desejar.

Ok! Usuário cadastrado no Postfix.

Vamos agora configurar a conta dos clientes! J

Configurando Clientes de E-mail no Evolution

Escolhemos o Evolution por se tratar de um MUA (Mail User Agent) nativo do Ubuntu e de fácil configuração, que facilita nosso trabalho na hora da configuração das contas nos clientes do nosso servidor.

Vamos lá! Digite. . . Opa! J chega de comandos. Vamos utiliza interface gráfica agora.

Vá em Aplicações > Internet > Correio do Evolution, ou simplesmente clique no ícone da “cartinha” na barra de tarefas do Ubuntu.

É exibida a tela de Boas Vindas do Evolution , prossiga para a próxima tela.

Em seguida, temos a tela de restauração de backup. Clique “frente”.

Na Tela Identidade, preencha os campos “Nome Completo” e “Endereço de Email”. O restante dos campos vamos deixar conforme estão.

Recebendo Email > escolha na caixa de seleção a opção “POP” e no campo “Servidor” digite o nome do seu domínio antecedido pela palavra “pop”. Conforme a figura abaixo.

No campo “Nome de usuário” digite o seu nome de usuário e clique em “frente”.

Opção de Recepção > mantenha os valores e clique em “frente”.

Enviando E-mail > digite no campo “Servidor” o nome do seu domínio antecedido por “smtp”, conforme a figura abaixo:

Gerenciamento de Conta > insira um nome para sua conta de e-mail, conforme quiser.

Fuso Horário > escolha “América/São Paulo”.

Pronto!

Se tudo correu bem seu cliente está configurado e pronto para enviar e receber e-mail’s.

Conclusão

A principio iríamos instalar o qmail para demonstrar o funcionamento de um servidor de e-mail existem vários tutoriais disponíveis na Internet para sua instalação, porém, poucos respeitam as características das distribuições, como gerenciamento de pacotes, estrutura de diretórios e menos ainda são concisos e objetivos o suficiente para permitir uma instalação rápida. Além disso, há uma grande diversidade de patches para o qmail disponíveis, de várias fontes, gerando certa confusão a respeito, optamos então pelo servidor postfix que possui um processo de instalação razoavelmente fácil, mas que exige muita atenção.

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