1. Crise Mercadológica na demanda mundial dos aspectos políliticos

 

O sistema financeiro como um todo, agregado a grandes investimentos em ações, seduz investidores ao mercado de cambio em valorizar seu capital; a pesar do risco.

 

Segundo os dados apresentados em gráficos da Bovespa S/P em 16/10/2007, nos últimos anos, o numero de empresas que abriram o capital se multiplicou.

 

Desde 2006 os investidores vêm aplicando cerca de quase 60, 70 e 80% de seus recursos em ações de longo prazo. No ano de 2006 os indicadores que apontavam a crise do crédito hipotecário nos Estados Unidos e que teve início no segundo trimestre de 2006. Foram concedidos empréstimos a mutuários com histórico precário de crédito, que naturalmente não seria elegível para empréstimos normais.

 

Em análise realizada a partir de dados anteriores da evolução mercadológica sobre o excesso de créditos concedidos, a comercialização de títulos podres e principalmente a crise hipotecária americana, já manifestavam sinais imperceptíveis do que iria ocorrer no mundo dos investimentos.

 

Evidentemente esse fator leva o autor deste artigo a detalhar o fio da meada e o princípio da crise disfarçada de lucros até o surgimento da crise em meados de 16/10/2008, a famosa bolha que estourou mundialmente sobre efeito cascata.

 

Para os investidores, foi um ano de fortes emoções na Bolsa de Valores em SP (Bovespa – 2006), havia oscilações de altas e quedas, mas nunca tão expressivos.

 

Mesmo assim os investidores ainda encontravam-se animados com resultados da bolsa, só que mais cautelosos. Neste período o entusiasmo era de grandes expectativas, pois já estava na casa dos 50. 000 pontos e apontavam um crescimento estimado de quase 20% para os próximos 12 meses.

A cautela se justifica pelo movimento do mercado aqui no Brasil e no Exterior.

 

Alguns investidores experientes como o engenheiro civil Marcelo Monteiro de Miranda (2007), usando de estratégias criativas de investimentos levando em conta três dimensões indicadas por ele:

Análise técnica;

Proteção do Capital e

Psicologia.

Acredita-o assim estar protegido de qualquer perda excedente observando o desenvolvimento Macroeconômico para identificar tendências de alta ou baixa no mercado e outros fatores que possam criar expectativas em longo prazo com menores riscos de perda, como por exemplo, o ISE.

 

O ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa) que foi criado em (2005), inspirado em experiências internacionais. Trata-se de um índice da Bovespa composto por ações de empresas que se destacam por suas ações sustentáveis e de responsabilidade social sendo mais um indicador seguro de investimento em acompanhar o desempenho das melhores ações.

Ainda neste período de 2006 que antecede a crise de 2008, os investidores Brasileiros usavam de boas estratégias para aquecer suas economias sem perceber a verdadeira razão agregada ao mundo exterior, à crise mercadológica na demanda e o declínio hipotecário Americano que se estendeu a Europa.

Desde esse período o mercado de bolsas mundial sofre então uma das maiores perdas de valores dos últimos tempos. Denominado por jornalista: o efeito “estouro da bolha” que inchou de 12 trilhões de dólares para 170 trilhões em menos de três décadas, vinda com a crise financeira dos Estados Unidos, quando um dos mais tradicionais bancos de investimento de Wall Street e o Lehman Brothers foi a pique e afundou, proporcionando a maior crise financeira conhecida como a segunda-feira negra para os investidores.

Desde então, economistas do mundo inteiro tentam encontrar explicações e soluções em curto prazo para normalizar e confortar o mercado. Segundo o diretor do departamento de pesquisas e conselheiro econômico do FMI (Fundo Monetário Internacional), Olivier Blanchard, a projeção de crescimento do PIB mundial reduzida à casa dos 3% em 2009, marca o ritmo mais lento desde 2002. Para o economista esse índice, é proveniente de dois fatores econômicos da macroeconomia:

 

a) A escalada dos preços das matérias-primas (Commodities);

b) A crise no mercado de valores mundial.

Mas mesmo em tantos conceitos econômicos, o mercado Brasileiro reage e aponta leve crescimento, aproveitando o inicio de 2009 com novas carteiras de investimentos, indicadores de aplicação sustentável.

 

Seguindo essa mesma metodologia do selo de qualidades das empresas, o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa) de 2009 foi divulgado na terça-feira (25 de Novembro de 2008) a nova carteira de 2009 que compõe 30 empresas, totalizando $ 372 bilhões em valor de mercado que corresponde a 30,7% da capitalização total das 394 empresas com ações negociadas na bolsa.

1. 1 As empresas que formam a nova carteira são elas:

1. 2 Estratégias políticas em ação conjunta

 

A análise que se conclui diante destes dados e precedentes econômicos, a melhor alternativa para solução da crise em curto prazo é:

 

· Encará-la como momentânea e passageira;

· Elaborar ações conjuntas entre o Governo, Mercado produtor, Mercado consumidor e o Mercado financeiro;

 

· Os fatores Psicológicos também alteram o desenvolvimento para o crescimento e a retomada da economia sustentável. Retrair o mercado sem a devida responsabilidade das informações econômicas causa pessimismo no setor de investimentos;

 

· A macroeconomia precisa ser aquecida por essas ações conjuntas e melhorar a distribuição da renda para o mercado, influenciando o efeito multiplicador e a retomada do consumo seguro do crédito.

 

· O setor Industrial e comercial deverá manter os níveis de emprego para não colaborar mais com a crise e a escassez de renda, fazer uma análise profunda de custos, renegociar dividas junto a fornecedores, buscar incentivos do Governo junto a sindicatos e férias coletivas semelhante à Yamaha e a Honda (As principais produtoras de motos no País);

 

· O setor de serviço deverá investir em qualidades na prestação dos mesmos e criar novas necessidades que atendam o mercado interno e regional;

 

· Sistema financeiro bancário, deverá suprir as necessidade de empresas que agregam maior número de funcionários (Supermercados e redes alimentícias por atacado) e priorizar o setor que apontam um crescimento sustentável futuro; por exemplo, o setor automobilístico que consome os derivados de serviços e autopeças;

 

O bem durável que agrega o maior índice de empregabilidade e a retomada do crescimento vem do setor automobilístico pelos seus derivados de produção e serviços. O sistema financeiro precisa colaborar mais para o mercado interno em estimular a concessão de créditos e investimentos microeconômicos para esse setor.

 

Por fim, a mercadologia que estuda o comportamento do consumidor alavanca o consumo sólido em pequenos ativos de menor vulto monetário tangível para a formação de liquidez e aumentar o fluxo de caixa comercial.

 

Na observância a essas alternativas econômicas, o mercado reagiria rapidamente se alastrando por todos os setores econômicos. Cabe também ao Governo combater melhor a corrupção e perdas de divisas para sobrar recursos e aplicá-los melhor em desenvolvimento macroeconômico. Injetar renda no mercado seria o ponto Maximo da colaboração do Governo e retomar o processo do PAC (Programa de aceleração do Crescimento) com afinco.

 

1. Déficits orçamentários 3

 

O déficit do Governo deve chegar ao ponto de equilíbrio, a partir do crescimento com aumento da arrecadação e o combate a corrupção. Esse aumento expressivo em constante desequilíbrio econômico dos gastos públicos deve ser levado em conta os índices que alavancam esse setor, como por exemplo:

a) O índice de natalidade;

b) O índice de mortalidade (hoje os idosos estão vivendo mais);

c) A corrupção; e

d) A má distribuição da renda (para os setores de investimento).

 

D = C + I + G (A somatória das despesas totais de um país).

 

Contudo a macroeconomia precisa girar e desenvolver mecanismos em conjuntos globais, para aquecer o efeito multiplicador da economia com um todo, seguindo a doutrina Keynesiana.

 

Com base no crescimento populacional de 4,71% no Brasil, ultrapassando os 183,9 milhões em 2007 para 193 milhões de habitantes, com ultima postagem no dia 24/08/2008 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O Governo para estimular o crescimento da economia não deve reduzir gastos e sim administrar melhor o repasse dos recursos levado em conta o crescimento populacional no Brasil em comparação ao ano de 2007 que segundo estimativas para 2009 tende a atingir cerca de 202,09 milhões de habitantes. Não houve uma redução e sim um crescimento populacional, portanto não justifica a retração nos investimentos macroeconômicos.

 

ELABORAÇÃO DO ARTIGO E UTOR

 

Esse artigo foi elaborado sob a metodologia em pesquisas fundamentadas e em fontes seguras junto a órgãos governamentais e mundiais. A elaboração teve como parâmetro a crise financeira mundial e o desenvolvimento macroeconômico sob análise mercadológica.

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Edson Jerônimo (1966) – Bacharel em Administração de Empresas e cursando duas pós-graduações em gestão de pessoas e estratégica de negócios – Consultor e Assessor Mercadológico – Escrevendo um livro de Administração: título não divulgado no momento antes da edição.

DEDICATÓRIA

 

Dedico aos mestres professores, aos alunos do curso de administração de empresas juntamente ao Conselho Regional de Administração (CRA), ao setor Empresarial e Econômico e aos bons Políticos que se esforçam para Administrar esse País (Brasil).

 

FONTE

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