(01/2014) (NOVO) Como abrir um negócio sem ter dinheiro para investir



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Ao abrir uma empresa, é necessário pontuar diversas metas, entre elas o capital para investir no negócio. Mas e se você não tiver dinheiro, como fazer isso? O diretor do Sebrae São Paulo, Bruno Caetano, dá dicas sobre esse assunto no “Trabalho em Foco” de hoje.
Como abrir um negócio sem ter dinheiro para investir?

Empresários mostram como criar negócios com pouquíssimo dinheiro

A Movile, uma empresa brasileira que produz aplicativos para dispositivos móveis e tem escritórios em sete países, começou com investimento zero. Para criar a companhia, os sócios usaram apenas dois computadores pessoais que já possuíam.

Exemplos como esse são comuns no cenário empreendedor mundial da atualidade. É o que defende Chris Guillebeau, autor do livro recém-lançado no Brasil “A Startup de $ 100” (Saraiva, 240 págs., R$ 33,90).
O escritor americano, que também é empresário, pesquisou 1.500 casos nos EUA de microempresários que começaram com baixos investimentos e tiveram sucesso.

O autor afirma que os micronegócios sempre existiram, mas o cenário contemporâneo é mais propício para o empreendedorismo porque a tecnologia diminuiu burocracias e tornou mais fácil testar, lançar e expandir um projeto sem a necessidade de investir muito.

Fabrício Bloisi, 35, um dos fundadores da Movile e hoje diretor-executivo, lembra que tudo começou quando se formou em ciências da computação com seu sócio Fábio Póvoa, 36. Sem um produto certo para vender, mas com vontade de empreender, eles iniciaram a companhia na sala de casa, em 2000.

“Não sabíamos nem bem o que a empresa faria”, diz Bloisi. O primeiro serviço vendido foi a criação de um sistema de bate-papo por celular, ao custo de R$ 2.000. Durante os primeiros anos da empresa, Bloisi afirma ter errado muito, com propostas que não deram certo.

“Nunca apostamos em uma ideia só. Pensamos em vários cenários para o futuro e em alguns acabamos acertando. Fizemos sempre ajustes rápidos de curso –se algo dava errado, cancelávamos rapidamente.”

Abrir um negócio hoje, para Guillebeau, não exige empreendedores com alto nível educacional ou cursos de MBA. Ele afirma que as condições atuais permitem uma liberdade para começar sem a noção clara do que a empresa quer ser, porque os recursos necessários são baixos.

Mas Gilberto Sarfati, professor da FGV, afirma que é essencial ter capacitação para gerir uma empresa, principalmente o seu caixa.

Ele também destaca que o empreendedorismo em certos setores, como o da internet, é mais simples e barato. Nesse segmento, as companhias têm taxas de crescimento muito altas, tanto de receita como de funcionários. Por isso, Sarfati afirma que, nesses casos é adequada uma gestão sem tanto planejamento porque a companhia vai se transformar muito em poucos meses, de forma quase automática.

Já em setores tradicionais da economia, os empresários têm de conviver com problemas como competição acirrada e custos altos de produção. Isso obriga o empreendedor a se planejar muito mais.

“Os negócios tradicionais só terão viabilidade se forem planejados e lidarem bem com a gestão, como a questão de prazos e o capital de giro”, afirma.

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